Se vírus e malware são um problema constante, ou se você teme que seu antivírus não seja o suficiente, você pode adicionar uma camada extra de segurança ao seu PC usando um aplicativo para criar uma “caixa de areia” (sandbox, em inglês). Um conjunto de aplicativos propriamente isolados pode protegê-lo de malware que passa desapercebido pelos antivírus, mantendo seu PC e suas informações pessoais mais seguros enquanto você faz compras online ou visita sites potencialmente suspeitos.

Sandboxing é uma forma de virtualização de software que permite que programas e processos rodem em um ambiente isolado do restante do sistema. Sob este regime, os programas tem acesso limitado aos seus arquivos e ao restante do sistema, e não podem fazer mudanças permanentes. Ou seja, tudo o que acontece em uma sandbox fica dentro dela.

 

 

Existem aplicativos dedicados à implementação desta técnica, mas alguns programas antivírus também trazem este recurso. Os detalhes variam entre os programas, mas estes são alguns dos usos comuns:

  • Rodar automaticamente ou manualmente um programa desconhecido em uma sandbox, como proteção caso ele contenha vírus, spyware ou malware.
  • Rodar o navegador dentro de uma sandbox para se prevenir contra danos causados por possíveis infecções enquanto você navega, que é a origem mais comum do malware.
  • Rodar o navegador dentro de uma sandbox para impedir malware que eventualmente esteja alojado em seu computador de capturar seus dados de login ou detalhes de pagamento em bancos e sites de compras.

A maioria das ferramentas para sandboxing, como as que discutiremos aqui, pode rodar programas dentro da sandbox ao mesmo tempo em que outros programas do Windows. De forma geral, um programa executado dentro de uma sandbox tem a mesma aparência de um programa “normal”. Entretanto, algumas outras ferramentas exigem a carga de um ambiente separado e tem um visual e comportamento diferentes, e podem até mesmo exigir que você reinicie seu PC ao fim da seção.

Existem vários produtos de segurança no mercado que oferecem este recurso. Entre em contato com a Netdeep Tecnologia que poderemos te orientar sobre a solução mais adequada para a sua empresa.

É com muito prazer que gostaríamos de anunciar 2 novos módulos do Netdeep Cop.

Imagine uma empresa onde a disponibilidade do acesso à Internet deve ser alta. Que tal colocar 2 servidores de firewall ou dois links de Internet?

É um cenário comum encontrado em muitas empresas, mas na maioria das vezes, a configuração é complexa e requer um técnico com grandes conhecimentos para configurar, dependendo também do software de firewall utilizado.

Foram inseridos na versão corporativa do Netdeep Cop os módulos de Alta-disponibilidade e Multilink.

Habilitando estes módulos é possível usar um destes cenários:

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Cenários 1 e 2

É realizado um processo de contingência de links. O sistema monitora o roteador primário. Se ele perder a conexão com a Internet, a rota é alterada para o roteador secundário. A diferença entre eles é que no cenário 2, o firewall possui 2 placas de rede, o que aumenta a segurança.

Cenário 3

É aumentada a segurança do firewall, adicionando um segundo servidor. Através do protocolo CARP, os dois servidores usam um endereço IP compartilhado. Se o servidor primário parar de responder, o servidor secundário assume os serviços.

Cenário 4

É realizada a contingência da conexão à Internet e também dos servidores de firewall.

Estes recursos estarão disponíveis no menu “Rede” da versão 1.5:

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Mais uma novidade da Netdeep, por um custo muito acessível.

Mais informações:
https://www.netdeep.com.br/netdeepcop/

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Vivemos uma época em que muito se fala sobre problemas ambientais, aquecimento global, sustentabilidade entre outros aspectos.  Além disso, presenciamos extremos climáticos em todos os “cantos” do globo, evidenciando que algo está realmente acontecendo com nosso clima. E para resolver um problema dessa magnitude, a tecnologia e a criatividade têm papel fundamental.

O ser humano é a espécie que mais modificou o meio ambiente e ao longo da história vem “impactando” cada vez mais. Principalmente com o advento e a “maturidade” do sistema capitalista vigente, onde grandes corporações impuseram a forma de obtenção de “lucro a qualquer preço”. Tivemos grandes civilizações como egípcios, gregos, ou mesmo em nosso continente, como maias e astecas, que trouxeram enormes contribuições para a ciência e tecnologia em suas várias áreas. Sem falar dos romanos, com sua contribuição para a área administrativa público e privada e para as leis (Direito). Todas as civilizações ao longo da História causaram degradação, mas nada se compara aos ditos “povos civilizados”, os quais devastavam tudo e todos aqueles que não se submetiam às suas imposições culturais e religiosas. Nesse cenário a “descaracterização” do meio natural fora realizada gradativamente e com a revolução industrial, passou a ter um aumento vertiginoso e descontrolado.

A partir de então, a busca por evolução econômica acelerou ainda mais o desequilíbrio dos ecossistemas, pois recursos naturais passaram a ser “esgotados”, áreas desmatadas para construção de novas “plantas” empresariais e habitações, gerando um círculo vicioso de autodestruição. O início da era digital e o advento da nova ordem, onde a informação passou a ser o bem mais valioso, não impediram que esse círculo vicioso fosse “quebrado”. Parece que o “Fordismo” (método de produção focado em linhas de montagem, repetitivo e com funções específicas e alienadoras) parece não ter sido substituído integralmente pelo “Toyotismo” (método de produção mais “inteligente”, através de células independentes de produção, qualidade total, método “Just-in-time”), fazendo com que a única coisa que mudasse ao longo do tempo fosse o objeto produzido: antes carros e agora chips e componentes eletrônicos.

A solução que precisamos buscar começa na criatividade, devemos utilizar o grau de evolução tecnológica que alcançamos para fazer uso adequado dos recursos naturais que ainda possuímos, recuperar o meio-ambiente “desfigurado” e criar não somente no futuro, mas hoje, as bases sólidas para uma economia realmente sustentável, evitando aquele falso “marketing verde” tão propagado atualmente por empresas que se aproveitam da “nova onda de conscientização ambiental”. Seguindo o caminho correto, podemos ficar otimistas com iniciativas como a do indiano Vinod Khosla (maior investidor de risco da história, co-fundador da Sun Microsystems e maior investidor “verde” da atualidade), que criou um fundo de mais de meio bilhão de dólares para investir em empresas “verdes”, que buscam diminuir o impacto ambiental e, também, um substituto “limpo” para o petróleo (veja artigo da Revista Exame – Em busca do Google verde – https://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/busca-google-verde-532360.html). Mesmo que o indiano esteja somente buscando ganho financeiro, é uma iniciativa louvável e já estimulou outros gigantes dos negócios, como Bill Gates, a criar fundos para esse fim com a Fundação Bill e Melinda Gates.

Dentro desse cenário, a Netdeep Tecnologia, mesmo sendo uma empresa nova, busca conscientizar as empresas através da divulgação da tecnologia de virtualização, o que diminui consideravelmente a quantidade de equipamentos, fazendo com que várias aplicações sejam centralizadas em um servidor e disponibilizadas conforme a “demanda” a equipamentos menores (thin-clients ou mesmo micros com configurações mais modestas) conectados em rede. Isso faz com que menos energia seja consumida, espaços sejam reduzidos e, conseqüentemente, o impacto ambiental seja menor. É a criatividade e a tecnologia em prol de um meio produtivo mais sustentável.

Novos aparelhos e tecnologias surgem a todo instante, são smartphones, cada vez mais completos, notebooks, tablets (a mais nova febre – as “pranchetas eletrônicas”), TV’s de LCD e Plasma ou mesmo 3D, entre várias outras ”bugigangas” eletrônicas. É tudo muito avançado, muito bonito, mas esse consumismo todo acaba delimitando a real importância da tecnologia: sua função em prol da sociedade.

Quero deixar claro que não sou contra a aquisição de equipamentos ou soluções modernas, que melhorem a vida de um indivíduo ou o dia-a-dia de uma empresa, mas há que se ter cuidado para se ponderar o que é realmente necessário e útil para suprir as necessidades de forma adequada. E essa tarefa é realmente difícil e requer foco e perseverança.

Porém, existem iniciativas muito interessantes, como por exemplo, a “ampliação da realidade” (Augmented Reality), uma tecnologia na qual um cientista da informação, utilizou-se de um I-Phone que possui GPS (do inglês Global Positioning System – Sistema de Posicionamento Global), uma câmera digital e um sistema desenvolvido por ele para encontrar desde pontos turísticos, teatros, cinemas, entre outros em uma cidade, até verificar através de imagens de orgãos públicos e empresas privadas captadas pela câmera do aparelho, o montante de capital público investido por Barack Obama durante a crise econômica no ano passado.  Seria ótimo se essa “onda” chegasse logo ao Brasil, para mostrar o destino do dinheiro público.

Além disso, a tecnologia da “realidade aumentada” possibilitará num futuro bem próximo, que os aparelhos eletrônicos deixem de existir fisicamente, fazendo com que óculos ou mesmo pára-brisas de carros (vide Prius da Toyota – https://www.toyota.pt/cars/new_cars/prius/index.aspx – no qual já existe), permitam navegar na internet, visualizar e-mails, informações de previsão do tempo, tudo com extrema mobilidade e facilidade.  Sem falar nas “holografias”, representações de imagens de pessoas e/ou, objetos a fim de permitir “transcender” a realidade, permitindo, por exemplo, que um palestrante esteja “simultaneamente” em vários lugares ministrando um conteúdo, ou mesmo que alunos visualizem numa aula de biologia a riqueza da biodiversidade da floresta amazônica, sem sair da sala de aula.

Essa nova forma de visualizar a realidade permitirá ter cada vez mais informações sobre o que acontece ao nosso redor, o que implicará em mais responsabilidade na criação e utilização de novas tecnologias, para que as mesmas não sejam somente feitas para o consumismo desenfreado e sem objetivos e sim, em prol de uma sociedade mais consciente do seu papel de agente transformador.

A Netdeep Tecnologia procura orientar seus clientes e parceiros para a solução que seja mais adequada às suas necessidades, buscando além da eficiência e eficácia dos serviços, a responsabilidade ética nos relacionamentos.

Confira abaixo um vídeo sobre o assunto:

Nos últimos 20 anos tivemos mudanças significativas no mundo da tecnologia da informação. As mudanças aconteceram em sistemas operacionais, aplicativos de desktops, servidores e o desenvolvimento de inúmeras novas tecnologias, voltadas para a web, como o comercio eletrônico, bancos on-line, correios eletrônicos, mensagens instantâneas, comunidades de relacionamento, entre muitas outras.

Com elas, também vieram novas ameaças, com uma velocidade muito maior que o esperado por todos. Foram desenvolvidos vírus com disseminação mundial que atingiram milhares de computadores em todo mundo em questão de horas, de uma forma quase que incontrolável.

Logo em seguida iniciaram invasões de redes corporativas e governamentais, alterações de paginas web por hackers, que tinham como objetivo a fama.

Leia mais

Atenção usuários dos modelos DIR-855 (versão A2), DIR-655 (versões A1 a A4) e DIR-635 (versão B), DIR-615 (versões B1, B2 e B3), DIR-635 (versão A) e DI-634M (versão B1).

 

Problema envolve o protocolo HNAP e afeta diversos modelos, alguns deles à venda no Brasil; correções podem ser baixadas do site do fabricante.

O fabricante de roteadores D-Link admitiu nesta sexta-feira (15/1) que alguns de seus roteadores têm uma vulnerabilidade que poderia permitir a hackers o acesso às configurações de administração do aparelho. A empresa de Taiwan afirmou que já publicou correções para as brechas.

De acordo com uma nota de 9/1 publicada no blog da SourceSec Security Research, alguns roteadores da D-Link têm uma implementação insegura do protocolo de administração de rede doméstica (HNAP, na sigla em inglês), o que poderia permitir a uma pessoa não autorizada mudar as configurações do roteador (posteriormente, a nota foi retirada do ar).

Fonte: IDG Now

 

As empresas estão sempre buscando maneiras de melhorar seus negócios e ganhar vantagem competitiva. E muitas vezes essas novas oportunidades de melhoria podem afetar a infraestrutura básica de TI e demandar a migração de aplicações e bases de dados críticas ao negócio para um novo ambiente tecnológico.
É comum encontrarmos uma grande resistência, quando “aparentemente” as coisas vão bem, apagando os incêndios. Pela emergência em reduzir os custos não enxergamos que podemos ter o nosso negócio mais competitivo com uma evolução tecnológica.

A mudança adequada pode trazer benefícios substanciais e recompensas tangíveis. Um sistema eficiente, aberto e flexível faz mais do que preparar as empresas para suas demandas atuais e futuras – pode implicar em custos operacionais mais baixos e até mesmo abrir oportunidades de novas fontes de receitas. A correta migração pode trazer um resultado rápido e de longo prazo em termos de Retorno do Investimento (ROI).

Entretando, se você esperar que exista uma necessidade de migração, esperou demais. A sugestão é de de que a migração dos dados e ou das aplicações deve ser feita perto ou no final do ciclo de vida do sistema, para obter o máximo dos recursos disponíveis.

Muitas empresas não tomam iniciativa em relação a essa situação e rodam seus aplicativos, mesmo com falta de suporte dos seus fornecedores de software e hardware, deixando a mudança para quando for um momento extremamente crítico.

Apesar dessa estratégia agradar os defensores da filosofia “se não está quebrado, então não precisa de conserto” e “em time que está ganhando, não se mexe”, é uma prática perigosa que pode custar significativamente mais para a empresa, do que pensar e se planejar para uma migração adequada.

Enquanto as demandas do negócio evoluem, sistemas baseados em tecnologias mais frágeis são cada vez menos capazes de atender às necessidades de negócio, fazendo a empresa ser menos competitiva em relação a seus concorrentes.

A migração pode ser requerida devido à constante necessidade de atualização da infra-estrutura tecnológica, a uma fusão ou aquisição, à necessidade de substituir sistemas legados e/ou hardware e software que não são mais suportados pelos fornecedores atuais. Até mesmo consolidação dos servidores ou adoção de sistemas mais seguros e eficientes.

Muitas vezes necessitamos analisar tráfego de determinada máquina ou destino para analisar alguma anomalias ou detecção de problemas. O wireshark possui uma opção interessante no qual você pode exportar os objetos http (arquivos, páginas) para um diretório baseado no tráfego que foi analisado.

wireshark

Meu colega Sp00ker escreveu artigo interessante explicando em detalhes. Leitura obrigatória!

Olá!
Este é o blog da Netdeep Tecnologia, onde colocaremos dicas e análises de produtos, que achamos ser interessante para profissionais de TI.
Sinta-se livre para comentar ou pedir algum assunto específico.

De imediato já queremos lhe desejar um Feliz 2010!